O paiche é o Rei ancestral da Amazônia. Os cientistas o denominam Arapaima gigas, no Brasil ele é conhecido como pirarucu, e no Peru carrega o nome de paiche há séculos. É um dos maiores peixes de água doce do planeta, uma espécie ancestral que sobe à superfície para respirar ar, originária dos rios e lagos da bacia amazônica.
Um gigante de sabor delicado
Para um peixe de tal porte, o paiche é notavelmente refinado no prato. A carne é branca e firme, em grandes lascas, e o sabor é suave, amanteigado e levemente adocicado, sem nenhuma das notas terrosas que se associam geralmente aos peixes de rio. O filé é isento de espinhas finas, o que permite um corte preciso com perda quase nula. Os chefs o posicionam ao lado do halibut e do robalo chileno, com uma história de origem que nenhum dos dois pode reivindicar.
Por que ele aparece tão raramente
O arapaima selvagem foi intensamente pescado por gerações, e a espécie é hoje protegida em grande parte de sua área de distribuição. O comércio internacional do peixe selvagem é estritamente regulado pela CITES, a convenção que regula o comércio de espécies protegidas. É por isso que o paiche quase nunca aparece nos mercados fora da América do Sul, e por isso que a aquicultura é o único caminho sério para oferecê-lo ao mundo.
Da Amazônia à sua cozinha
Amazonian Reserve cria o paiche na origem, na região de Ucayali na Amazônia peruana, próximo à cidade de Pucallpa. Nossos peixes nascem em nosso próprio laboratório de reprodução, crescem em tanques abastecidos por suas águas nativas e são criados sem antibióticos. Cada colheita é congelada no momento ideal, para que as cozinhas de quatro continentes possam servir o paiche durante todo o ano, com documentação completa em apoio a cada entrega. Se você exerce uma atividade culinária profissional e deseja prová-lo, solicite uma amostra por meio de nossa página de contato e retornaremos em um prazo de um dia útil.